Relatório Setorial · Setembro de 2026

LATAM Energy Report

O panorama energético da América Latina entra em uma nova fase, moldada pelo desafio de ampliar uma oferta confiável e competitiva e, ao mesmo tempo, acelerar a transição para sistemas de baixo carbono. Este relatório acompanha os mercados de petróleo, gás, GNL, GLP e transição energética em 16 países.

30páginas de análise
16países latino-americanos cobertos
~35instrumentos regulatórios analisados
Explorar principais conclusões
Capa do LATAM Energy Report
Resumo em um minuto

O que você precisa saber

Os pontos essenciais para entender as mudanças regulatórias e de mercado que moldam o setor de energia da América Latina.

01

A América Latina está fortalecendo seu papel como fornecedora global de energia, mas o avanço é desigual. Brasil, Argentina e Guiana ampliam a produção, enquanto México, Colômbia e Bolívia enfrentam queda na produção de petróleo ou gás.

02

O gás natural está se tornando um combustível estratégico de transição. A demanda crescente e a necessidade de diversificar a oferta impulsionam a infraestrutura de GNL, enquanto Vaca Muerta, na Argentina, amplia as oportunidades regionais de gás.

03

Distribuição e infraestrutura são as principais prioridades regulatórias, seguidas por exploração e produção, investimento, comercialização e medidas de qualidade.

04

Planos e marcos de energia estão sendo atualizados em toda a região, combinando a expansão das energias renováveis com o papel contínuo dos recursos convencionais.

05

Os biocombustíveis seguem como um pilar-chave da descarbonização, com mandatos de mistura mais altos em mercados como Brasil, Paraguai e Bolívia e avanços em hidrogênio verde e combustíveis sustentáveis de aviação.

06

Setores intensivos em energia, como os data centers, estão aumentando a demanda por fornecimento confiável e exigem que os marcos regulatórios evoluam de acordo.

Áreas abordadas

O que o relatório mapeia

O relatório combina uma visão regional com o acompanhamento regulatório por país.

  • Perspectivas setoriais 2026
  • Panorama regional por país
  • Panorama regulatório: petróleo, gás, GNL, GLP e transição energética
  • Um olhar mais atento ao mercado de gás
  • Principais tendências e iniciativas a acompanhar
Panorama regional

Duas dinâmicas que redesenham a região

O conflito no Oriente Médio e o papel da América Latina

A escalada no início de 2026 reforçou o papel da região como fornecedora alternativa de energia, com Argentina e Brasil atraindo novos compradores, como a Índia. Também pressionou preços e subsídios, forçando os governos a adotar medidas de contenção e aumentando a urgência de projetos de infraestrutura e integração.

Integração do mercado de gás

O comércio regional de gás caiu quase pela metade entre 2013 e 2023, de 18,6 para 9,2 bilhões de metros cúbicos, em grande parte devido à queda da produção boliviana. As importações de GNL superam as de gasoduto desde 2014, e a Argentina está passando de importadora a potencial fornecedora regional por meio de Vaca Muerta.

O que acompanhar

Principais tendências na região

1

Pressão crescente sobre o modelo tradicional de empresas estatais de petróleo e gás, incluindo Pemex, Ecopetrol e Petroperú.

2

Integração energética regional e segurança de abastecimento, na esteira da Declaração do Mercosul de 2025 sobre Integração e Segurança Energética.

3

Demanda de energia de tecnologias emergentes, como IA e data centers, que pode acelerar a revisão do planejamento energético e da regulação.

4

O fenômeno El Niño, que pode reduzir a geração hidrelétrica, aumentar a volatilidade do abastecimento e pressionar ainda mais as redes elétricas.

Um relatório sobre o panorama de petróleo, gás e transição energética em 16 países

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