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Com destaque na América Latina, o mercado brasileiro de TICs (tecnologias de informação e comunicação) tem crescido cerca de 10% ao ano com previsões acima do PIB para os próximos anos, seguindo a tendência dos demais países emergentes.  No Brasil, o crescimento é impulsionado em grande medida pelo mercado de dispositivos móveis. O volume de vendas de computadores, tablets e celulares deve alcançar 45% do total de investimento em TI em 2015. Esse movimento vem acompanhado de uma série de políticas públicas que alimentam o setor, como a desoneração de smartphones, a preocupação da Anatel com as bandas de frequência para 4G e o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL).

O setor há muito tem sido considerado uma prioridade, como refletem as políticas industriais desde a lei de informática, da década de 1980 e o Plano Brasil Maior, como é chamada a política industrial atual. Para isso, o governo federal tem investido e mobilizado um quadro de instituições e mecanismos de apoio estatal, como o BNDES e a FINEP, que, por sua vez, são estrategicamente apoiados nas aquisições governamentais, investimentos de fundos de pensão públicos, incentivos fiscais federais e outras políticas correlatas.

Já o processo produtivo básico (PPB) regulamenta o setor de TIC tendo em vista a promoção de uma efetiva industrialização no Brasil, não apenas sua montagem. Trata-se de contrapartidas do governo federal à concessão de incentivos fiscais, que fornecem benefícios fiscais atrelados a investimentos em P&D e em capacitação profissional.

Dadas as grandes diferenças regionais, uma terceira frente de atuação do governo brasileiro tem sido a implementação de infraestrutura de TICs como forma de ampliação do acesso à banda larga e em tecnologia de transmissão de dados via redes de celular. Em 2014, por exemplo, 60% dos investimentos do setor ocorreram no sudeste. Entre os principais desafios está, portanto, a adequação da infraestrutura de TICs em território nacional, que envolve a implantação da tecnologia 4G e a ampliação da rede de banda larga.

Ao mesmo tempo em que o cenário atual favorece um maior cruzamento das agendas do governo e do setor privado, este ambiente dinâmico de negócios gera um desafio às empresas operando no setor de TIC. Para as Empresas Multinacionais (EMNs) o desafio é ainda maior, uma vez que políticas de desenvolvimento tendem a apresentar um tom nacionalista.

A Prospectiva tem um portfólio consolidado de clientes do setor e oferece serviços para ajuda-los a navegarem por esse cenário em rápida evolução:

  • Análise do cenário político relacionado às políticas específicas de TICs;
  • Acompanhamento de processos legislativos e regulatórios;
  • Ações institucionais para geração de mercado;
  • Defesa de interesses junto aos três poderes e agências reguladoras;
  • Cruzamento da agenda do governo com a estratégia de relações governamentais do cliente.