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Infraestrutura

Infraestrutura logística, mobilidade urbana e recursos hídricos são áreas que estão intimamente ligadas às necessidades aos objetivos estratégicos dos governos. À medida que o país se desenvolve, as melhorias nessas áreas tornam-se mais relevantes, ganhando espaço não só na agenda do governo, mas também da sociedade civil.  Portanto, é essencial para as empresas que atuam nessas áreas compreenderem a agenda do governo, bem como a lógica e as variáveis que influenciam a tomada de decisão no setor público, fatores fundamentais para identificação de novas oportunidades de negócios, bem como para garantia da estabilidade da operação vigente.

Em termos de investimento, a participação dos setores ligados à infraestrutura é de apenas 2,5% do PIB, aquém dos 5% necessários para fechar o déficit de estoque de infraestrutura, segundo avaliação da ONG Centro de Liderança Pública (CLP). Trata-se, portanto, de uma área deficitária, com enormes possibilidades de crescimento. O ambiente de atuação, porém, é bastante complexo: entre os papéis desempenhados pelo Estado está o de regulador, planejador da demanda, contratante, concorrente (estatais), taxador, financiador de longo prazo, além de fiscalizador. Há ainda uma sobreposição de atribuições entre entes federais, estaduais e municipais, o que dificulta a interlocução entre empresas e governo.

Dentre os principais desafios do setor estão entraves regulatórios, baixa capacidade de formulação e modelagem de projetos estruturados (PPPs, concessões), baixa qualidade dos projetos de engenharia, falta de um mercado de crédito de longo prazo, morosidade nos processos de licenciamento e limitação na capacidade de licitação e de contração de dívida por parte de alguns estados e municípios.

A Prospectiva tem expertise focada nos setores de construção civil, mineração, indústria de base, além de bancos de fomento. Dentre os serviços prestados destacam-se:

• Entendimento do cenário político de áreas específicas relacionadas aos setores de infraestrutura;

• Apoio ao planejamento estratégico;

• Dimensionamento de mercado e análise da concorrência;

• Cruzamento da agenda do governo com a estratégia de relações governamentais do cliente;

• Desenho de estratégias de aproximação;

• Suporte para a internacionalização da operação;

• Monitoramento e análise de riscos políticos em investimentos externos.